A linguagem escolhida foi gerada automaticamente com o Google Translator, portanto poderá ocorrer erros na tradução.
Com o objetivo de identificar as desigualdades raciais que incidem no processo de envelhecimento da população, o Itaú Viver Mais, em parceria com o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) realizou a pesquisa “Envelhecimento e desigualdades raciais”. O estudo apresenta resultados de uma investigação sobre desigualdades no processo de envelhecimento entre pessoas negras e brancas.
Conduzida pelo Cebrap, a pesquisa teve como base dados de um survey realizado em 2021 com amostra de 1.462 indivíduos com 50 anos ou mais em três cidades brasileiras: São Paulo, Salvador e Porto Alegre, capitais com altos índices de envelhecimento populacional.
O estudo investigou 11 indicadores que compõem o envelhecimento ativo: autoestima, bem-estar, saúde: acesso e prevenção, atividades físicas, mobilidade, inclusão produtiva, inclusão digital, segurança financeira, capital social, práticas culturais e exposição à violência. Em algumas dessas dimensões, foram encontradas diferenças significativas entre o envelhecimento de pessoas brancas e negras nas três capitais analisadas. O estudo também considerou a influência do gênero na situação de homens e mulheres negras em comparação com homens e mulheres brancas, além de analisar diferenças entre diferentes faixas etárias.